Cirurgia oncológica: sucesso também tem relação com o pré e pós-operatório

Médico Bruno Kunz Bereza tem adotado protocolos que preparam paciente de forma integral para bom desempenho durante procedimentos cirúrgicos

Divulgação

A Medicina avança em ritmo frenético em muitos sentidos. É natural que os pacientes percebam mais as evoluções das técnicas utilizadas e, principalmente, da tecnologia que, cada vez mais, envolve procedimentos médicos. O progresso, porém, vai muito além disso, possibilitando à população muitos benefícios que se traduzem em resultados melhores.

Na área oncológica, especialmente no campo cirúrgico, a evolução em algumas décadas é gritante. Atualmente, cirurgias complexas são realizadas de forma minimamente invasiva, com os pacientes se recuperando em menos tempo e com menos riscos e desconfortos. Cascavel, nesse sentido, é referência e tem se consolidado num patamar elevado.

O cirurgião oncológico, especialista em cirurgia minimamente invasiva, Bruno Kunz Bereza, destaca que além de todo o preparo da equipe envolvida nos procedimentos cirúrgicos, tem sido importante a preparação integral do paciente. “É fundamental cuidar integralmente do paciente antes e depois da cirurgia. Há muitas questões que podem ser prevenidas com esse olhar sistêmico. Temos trazido essa visão para o dia a dia do consultório e percebemos excelentes resultados”, comenta Bereza.

A preparação integral consiste em analisar o paciente além da enfermidade diagnosticada. No caso da cirurgia oncológica, a preocupação vai em deixar o organismo preparado para ter uma boa resposta durante o procedimento e depois. “Temos condições de fazer encaminhamentos preventivos para que o paciente tenha uma performance diferenciada na cirurgia, garantindo uma melhor recuperação. Ele efetivamente é preparado para que o organismo corresponda em nível máximo”, contextualiza o médico, Bruno Kunz Bereza.

Ainda segundo o médico, essa preparação integral vai além dos protocolos básicos que envolvem a fase pré-cirúrgica. “Atualmente, existem protocolos básicos que são obrigatórios, como a avaliação de cardiologista. O que temos trazido vai além disso. Procuramos aprofundar as informações sobre a saúde do paciente e adequar as orientações para o caso dele, já prevendo eventuais dificuldades e as neutralizando. Podemos trabalhar com vitaminas, dietas específicas, exercícios e assim por diante”, exemplifica o especialista.

Todo o processo de tratamento é individualizado, por isso, leva em consideração cada história, rotina e detalhes que os pacientes possam contar ao médico. “Muitas vezes, o paciente já está com a imunidade baixa, a saúde não está 100%. Por isso, sempre penso em como posso fazer e de que forma é possível melhorar aquela situação para termos resultados positivos”, afirma o médico Bruno Kunz Bereza.

Já no pós-operatório, é muito importante que alguns desses cuidados se mantenham, mas também que muitos outros sejam acrescentados. Mas, pensando em melhorar essa fase de recuperação dupla, quando a pessoa pode apresentar ainda mais fragilidade, até mesmo emocional, o doutor Bruno diz que a atenção e cuidado do médico com o seu paciente é o mais importante.

“Precisamos ouvir os pacientes, saber o que eles sentem, quais são os problemas e o que eles pensam, tudo isso influencia na hora de pensar no melhor caminho para se tomar, no melhor tratamento para se seguir. É assim que se luta contra um câncer”, finaliza o especialista.

(Assessoria)

 

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