Estado repassa R$ 588 mil para atender crianças em vulnerabilidade assistidas por centro educacional

Recursos para o Centro Educacional Marista Irmã Eunice Benato foram captados pelo Banco de Projetos, que estimula organizações sociais a apresentarem propostas de ações e captarem recursos junto às empresas. Expectativa da entidade é atender cerca de 600 crianças e adolescentes.

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, fez um repasse de R$ 588,6 mil para atender crianças e adolescentes em vulnerabilidade, assistidos pelo Centro Educacional Marista Irmã Eunice Benato. O recurso foi captado através do Banco de Projetos e aprovado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca). A entidade atua em Curitiba, Guaraqueçaba e Itapejara do Oeste e a expectativa da instituição é de atender cerca de 600 crianças e adolescentes.

O Banco de Projetos é uma fonte de captação de recursos para estimular as Organizações da Sociedade Civil a apresentarem propostas para implantação, estruturação e desenvolvimento de ações que promovam a garantia e os direitos fundamentais de crianças e adolescentes. Com a autorização do Cedca, as entidades conseguem captar junto às empresas doações de imposto de renda. “O objetivo é melhorar a estrutura das instituições civis e estimular ainda mais o desenvolvimento de ações voltadas à promoção, defesa e garantia de direitos das nossas crianças e adolescentes”, explica o secretário Ney Leprevost.

Nesta quinta-feira (19), o Governo do Estado formalizou a adesão ao Pacto Nacional da Primeira Infância. O secretário Leprevost lembra, ainda, que o Paraná foi um dos primeiros estados a adotar o Orçamento Criança. Isso vai assegurar a aplicação de recursos estaduais na execução das políticas sociais nas áreas de proteção e desenvolvimento da infância e adolescência, com a identificação dos programas, projetos e atividades que farão parte do planejamento orçamentário que deverá ser implementado até dezembro de 2022.

PANDEMIA – Outra iniciativa do Estado, também através da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho, é o cadastro de municípios para projetos voltados a crianças e adolescentes que sofreram impactos pandemia. Serão destinados R$ 8,5 milhões aprovados pelo Fundo para a Infância e Adolescência e deliberado pelo Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente para atender meninos e meninas que perderam pais, pessoas da família que contribuíam com a renda familiar, ou ainda que sofreram impactos psicológicos em função de isolamento social.

O dinheiro será destinado para pagar bolsa-auxílio e subsidiar as famílias que ficarem com a guarda das crianças órfãs da pandemia e também para as famílias de crianças ou adolescentes que tenha perdido alguma pessoa que compunha renda familiar. Também serão subsidiadas ações das famílias acolhedoras, casas lares, aquisição de móveis e itens de informática necessários para dar acesso à educação.

Foto: SEJUF

(AEN)

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