Orquestra Sinfônica do Paraná traz a Cascavel “Clássicos Sertanejos” em frente à Catedral

A Secult anuncia concerto que terá arranjos para “Luar do Sertão”, “É o amor”, “Evidências” e várias outras melodias que tocam o coração do cascavelense

Divulgação

A Orquestra Sinfônica do Paraná, completa 37 anos traz a Cascavel toda sua capa capacidade de encantar plateias, do erudito ao popular, passando pela música antiga e contemporânea. Com o concerto “Clássicos Sertanejos”, o corpo musical do Centro Cultural Teatro Guaíra está em viagem pelo Paraná para apresentar versões orquestradas de músicas populares que tocam o coração dos paranaenses e neste domingo, 22 de maio, o cascavelense terá o prazer de ouvir essas lindas canções em frente à Catedral.

Em comemoração aos 100 anos da chegada da primeira família em Cascavel, o Governo Municipal de Cascavel lança, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), o Programa de Resgate da Paisagem Natural de Cascavel com o início do plantio de 10.000 mudas de Araucária.

Na programação estão desde “No Rancho Fundo”, de Chitãozinho e Xororó, passando por “Bicho do Paraná”, de João Lopes e “É o amor”, de Zezé Di Camargo, até “Luar do Sertão”, de Catulo da Paixão Cearense e “Amanheceu Peguei a Viola”, de Renato Teixeira, entre outras músicas que compõem os 50 minutos de encantamento.

Para trazer ainda mais sintonia com o público, as apresentações são gratuitas e realizadas ao ar livre. A estreia será no dia 20 de maio, em Guarapuava, com um concerto na Praça da Fé. Na sequência, o grupo segue para Cascavel, com apresentação na Praça da Catedral dia 22, às 20h. A OSP passará ainda por Londrina, Maringá realizando o encerramento desta turnê em Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer.

“Entendo uma orquestra como organismo vivo, pulsante e flexível. Por mais que tenha quase a totalidade de sua temporada dedicada aos clássicos, o conjunto pode – e deve – trocar musicalmente com a sociedade à sua volta”, avalia Carlos Prazeres, maestro convidado dessa empreitada e que rege a Orquestra Sinfônica da Bahia desde 2011. “Ao executar música sertaneja, esta troca está estabelecida. O público que ali está, passa a ter uma nova imagem da orquestra, se dispondo a conhecê-la em seu habitat natural, onde reinam de Bach a Villa-Lobos. Trocar, jamais tentar ‘civilizar’, este é o mote. E, como diria Milton Nascimento, temos que ir aonde o povo está.”

(Secom)

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